A casa de cada um
O Diário - 13 de março de 2025

Rosa Carneiro é empresária e presidente da Academia Barretense de Cultura
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Por meio de uma analogia, pode-se considerar vários raciocínios.
Como base vai aqui a história dos Três Porquinhos. Cada um deles constrói a sua casa. Duas nelas, facilmente o lobo derrubou, mas a terceira resistiu.
A vida de cada um é semelhante a uma casa, sólida ou frágil, depende de como é a construção.
A maioria das pessoas tem sonho e quase sempre, ele é bonito. Por isso deve ser estudado e respeitado para que possa ser transformado em realidade.
Em todas as áreas de atuação, com frequência, observa-se alguém com o objetivo de se estabelecer em uma profissão sem o devido preparo. (Sonho idealizado em vão). Como é possível jogar todas as fichas em uma área que não se conhece? Alguns se preocupam só com os alicerces, dedicando-se somente à parte material. E quando vem o vento, não há parede para se proteger. Outras não fazem o uso de portas, facilitando assim a entrada de problemas e com eles, as amargas consequências e aborrecimentos maiores. Há aqueles que não sabem dizer “não”. a palavra “não” é tão mágica como uma porta blindada. Outras não se atem ao telhado, como se os nevoeiros não se aproximassem. Eles chegam, e com rapidez a casa se alaga.
Qual será o motivo da permissão da entrada de tantas adversidades?
Nada mudará enquanto não se pensar em uma reforma da própria casa. Há que se alcançar o amadurecimento e se chegar à conclusão de que cada situação traz um aprendizado.
O bom é que sempre se pode reformar, arrumar e decorar. Na eterna oportunidade do recomeço reside a grandeza de ser o arquiteto da própria vida. E com o recomeço a vida será bem vivida.