Os bons tempos das brincadeiras
O Diário - 28 de fevereiro de 2025

Os bons tempos das brincadeiras
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A jornalista Andrea Bonatelli – decana da equipe da Rede Vida de Televisão – comentou no Canal da Família sobre as brincadeiras comuns de infância em todas as cidades do interior, particularmente em Barretos.
A época era marcada por brincadeiras diversas e diversões ativas. Escalar a mangueira, balançar na goiabeira, colher fruta no pé. Uns colegas chegaram a pular de uma jabuticabeira para outra como se fossem artistas de circo. Andar no telhado e muros era corriqueiro. Um prazer jogar queimada na escola e vôlei no clube. Abriram até uma pista de skate. Uma aventura emocionante era descer a ladeira no carrinho de rolimã. A turma se juntava para o esconde-esconde, balança caixão e pega-pega. Nadar na lagoa, pescar numa boa, acampar na fazenda e jogar peteca, Io-io-io e bambolê. O tempo passa e a idade avança, mas brincar nunca pode acabar, completou a jornalista barretense.
Atualmente, o desafio é de promover esporte, lazer e brincadeira. Hoje, tudo está no celular e é preciso ser hábil em digitação. As limitações do uso do celular durante as aulas nas escolas podem fomentar a pedagogia do aprendizado, mas também resgatar o conceito de brincadeiras infantis de convívio, de partilha e de interação. A tecnologia ganhou espaço significativo, revolucionário, transformador. Entretanto, as exigências de relacionamento humano seguem indispensáveis.
As famílias, escolas e programas públicos podem resgatar o sentido lúdico e formativo das brincadeiras, especialmente sendo “ano jubilar” em que “somos conservados na esperança que não engana. Em se considerando que a esperança é “a âncora da alma”, inabalável e segura, a alegria é presente, urgente e permanente.